História

A numismática não tem segredos para a NUMISMA. Pioneira em Portugal na organização de leilões de moedas, a empresa associa uma componente empresarial a uma missão cultural, tendo sido responsável pela apresentação de exemplares únicos e raros da História de Portugal.
 
Morabitinos, dobras, peças, portugueses, cruzados e torneses são nomes que, em 1976, só eram entendidos pelos especialistas em numismática.
Trinta anos depois, eles despertam a curiosidade da comunicação social, as atenções de instituições oficiais e o interesse do público em geral.
Aos nomes, todos de moedas que correram em Portugal em vários reinados, e à sua divulgação está ligada a Numisma, empresa pioneira em leilões na área da numismática e da notafilia.
Fundada em 1976 por Javier Sáez Salgado, com formação na área de Finanças, a Numisma começou por ser uma pequena revista, cuja principal ambição era estimular as permutas entre os coleccionadores de moedas.
Durante treze anos associou o seu nome a exposições-feiras de numismática, a palestras e a livros de moedas. Em 1989 apostou nos leilões de numismática, actividade que mantém até hoje.
Organizou também leilões de notas - por onde passaram várias raridades de Portugal e das ex-colónias - e os chamados leilões-históricos, onde foram reunidas peças de uma determinada época histórica de Portugal.
Foi o caso, por exemplo, de um par de brincos em ouro dos sécs. VI ou V a.c., encontrados em Odemira, uma espada dos reinados de D. Afonso V até D. Manuel I e uma outra espada que pertenceu ao general Silveira.
Com mais de uma centena de leilões realizados entre 1989 e a data atual, as moedas têm sido a aposta mais forte da Numisma.
 
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